quarta-feira, 1 de agosto de 2012

"Anotações feitas por mim em uma capacitação sobre cooperativismo."
COOPERATIVISMO, EDUCAÇÃO E AS POSSIBILIDADES DE PARCERIAS.


A formação nos trouxe algumas ordens pontuais sobre o cooperativismo as quais são preciso destacar e analisar um pouquinho delas;
-A forma de organização das cooperativas;
-O papel de todos os cooperativados;
-As assembleias e as gestões democráticas das cooperativas;

O cooperativismo visto de uma forma mais complexa não só na sua formação, mas na necessidade de se buscar um aprofundamento na pesquisa para que essa proposta seja incorporada de uma forma na qual sua constituição não se de apenas para forma de achar uma brecha nas para facilitar a sua situação em relação aos compromissos e os encargos sociais e dessa forma colher os benefícios que essas formas de organização encontram em relação às responsabilidades fiscais.
Para montar uma cooperativa que possua de fato a filosofia e o espirito verdadeiro do cooperativismo é preciso que as pessoas envolvidas possuam um mínimo possível de envolvimento e conhecimento sobre o assunto , assim como um engajamento com as questões e as causas voltadas ao social e vista como uma forma diferente de se gerar, produzir e redistribuir as rendas geradas pelo trabalho das cooperativas, ou seja, é um ato politico e ideológico não politico partidário, mas no sentido de relação, interação e participação dos envolvidos.
As cooperativas são organizações publicas, na sua organização e na sua ação, mas são instituições privadas na sua área de atuação. Esse tema do cooperativismo é muito complexo e exigem de todos muito estudo e muita reflexão para uma convivência sadia e harmônica entre todos os cooperativados.
A formação saiu um pouco do campo das discussões sobre a estrutura e a finalidade das cooperativas passando a ter um caráter politico e de interesse dos cooperativados os quais gostariam de ter duvidas esclarecidas. Portanto podemos concluir que falta formação para as proprietárias dos espaços que criaram as cooperativas como forma de se manter na ativa, assim como para as cooperativadas que trabalham faz com que hoje tenhamos essa discussão. É preciso que se mudem as relações de trabalho nas cooperativas, pois não há mais a relação de patrão empregado e sim a cooperação entre todos. É preciso mudar os paradigmas das relações sociais nas cooperativas.    

·     “Liberdade é despertar nos outros a vontade de fazer.”
·     “Nosso capital são as pessoas.”

Valter Chereta
Pedagogo e pós graduando em educação popular. 

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