sábado, 4 de agosto de 2012

Definição dos termos Educação e Popular, retirados do meu tcc.

Segundo o dicionário Aurélio:
Educação; significa “ação de desenvolver as faculdades psíquicas, intelectuais e morais: a educação da juventude. / Resultado dessa ação. / Conhecimento e prática dos hábitos sociais; boas maneiras: homem sem educação. // Educação nacional, conjunto de órgãos encarregados da organização, da direção e da gestão de todos os graus do ensino público, bem como da fiscalização do ensino particular. // Educação física, conjunto dos exercícios corporais que visam a melhorar as qualidades físicas do homem.”
O que nos interessa nessa definição é a educação enquanto ação de desenvolver as faculdades psíquicas que corresponde ao desenvolvimento das capacidades e habilidades das pessoas, além do termo que corresponde à educação como conhecimento e prática dos hábitos sociais, podendo ser representada as pratica sociais de relações do sujeito com o meio em que vive e as múltiplas relações desenvolvidas na interação.
Essa definição de educação que encontramos no dicionário casa muito bem com os objetivos da educação desenvolvida na proposta pedagógica do MST.
Popular, se define por:
“Que pertence ao povo; que concerne ao povo. / Vulgar; plebeu. / Que desperta a simpatia, o afeto do povo. / Muito conhecido, notório. / &151; SM Homem do povo, transeunte.”
Quanto ao termo popular encontramos as definições; “que pertence ao povo”, “que desperta a simpatia do povo” que também vêem de encontro com a proposta de “educação popular”, pois se pensarmos não deixa de ser a transformação e o desenvolvimento das habilidades do povo através das relações. A educação popular é feita pelo povo e para o povo.
Dentro da proposta da educação popular surge um movimento denominado pedagogia da alternância, que está focada nas questões do desenvolvimento dos sujeitos tanto nas relacionadas ao trabalho.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

"Anotações feitas por mim em uma capacitação sobre cooperativismo."
COOPERATIVISMO, EDUCAÇÃO E AS POSSIBILIDADES DE PARCERIAS.


A formação nos trouxe algumas ordens pontuais sobre o cooperativismo as quais são preciso destacar e analisar um pouquinho delas;
-A forma de organização das cooperativas;
-O papel de todos os cooperativados;
-As assembleias e as gestões democráticas das cooperativas;

O cooperativismo visto de uma forma mais complexa não só na sua formação, mas na necessidade de se buscar um aprofundamento na pesquisa para que essa proposta seja incorporada de uma forma na qual sua constituição não se de apenas para forma de achar uma brecha nas para facilitar a sua situação em relação aos compromissos e os encargos sociais e dessa forma colher os benefícios que essas formas de organização encontram em relação às responsabilidades fiscais.
Para montar uma cooperativa que possua de fato a filosofia e o espirito verdadeiro do cooperativismo é preciso que as pessoas envolvidas possuam um mínimo possível de envolvimento e conhecimento sobre o assunto , assim como um engajamento com as questões e as causas voltadas ao social e vista como uma forma diferente de se gerar, produzir e redistribuir as rendas geradas pelo trabalho das cooperativas, ou seja, é um ato politico e ideológico não politico partidário, mas no sentido de relação, interação e participação dos envolvidos.
As cooperativas são organizações publicas, na sua organização e na sua ação, mas são instituições privadas na sua área de atuação. Esse tema do cooperativismo é muito complexo e exigem de todos muito estudo e muita reflexão para uma convivência sadia e harmônica entre todos os cooperativados.
A formação saiu um pouco do campo das discussões sobre a estrutura e a finalidade das cooperativas passando a ter um caráter politico e de interesse dos cooperativados os quais gostariam de ter duvidas esclarecidas. Portanto podemos concluir que falta formação para as proprietárias dos espaços que criaram as cooperativas como forma de se manter na ativa, assim como para as cooperativadas que trabalham faz com que hoje tenhamos essa discussão. É preciso que se mudem as relações de trabalho nas cooperativas, pois não há mais a relação de patrão empregado e sim a cooperação entre todos. É preciso mudar os paradigmas das relações sociais nas cooperativas.    

·     “Liberdade é despertar nos outros a vontade de fazer.”
·     “Nosso capital são as pessoas.”

Valter Chereta
Pedagogo e pós graduando em educação popular.